VentureERP← Início
·· motor de cálculo

Capacidade (CRP).

O plano que acabou de sair cabe dentro das horas que a fábrica tem?

O MRP responde o que produzir. O CRP responde se dá. Ele pega todas as ordens sugeridas, soma as horas que cada uma exige de cada máquina e centro de trabalho, dia a dia, e compara com a capacidade que existe de verdade — já descontando manutenção, feriado e parada programada. Onde passar de 100%, ele aponta.

Agendar demonstraçãoDiagnóstico gratuito

·· como ele decide

Passo a passo, sem caixa fechada.

  1. 01

    Distribui a carga

    Cada operação de cada ordem cai no dia e na máquina em que deveria acontecer.

  2. 02

    Soma por recurso e por dia

    A carga vira horas necessárias por máquina e por centro de trabalho, dia a dia.

  3. 03

    Desconta o que não produz

    Manutenção, parada e dia não útil saem da capacidade disponível antes da comparação.

  4. 04

    Compara e aponta

    Onde a carga passa da capacidade, o centro aparece marcado como sobrecarregado.

·· um exemplo

A dobradeira da semana do dia 12

  1. 01O MRP sugeriu 34 ordens para a semana do dia 12. No papel, todas aceitas.
  2. 02O CRP joga cada operação do roteiro no dia e na máquina em que ela realmente cairia.
  3. 03A dobradeira acumula 61 horas de carga.
  4. 04Dois turnos por cinco dias dariam 80 horas — mas o dia 15 é feriado (−16 h) e há 6 horas de preventiva já agendada.
  5. 05Capacidade real da semana: 58 horas.

A dobradeira aparece com 105% de carga antes de a semana começar. Três horas de estouro numa máquina é exatamente o tamanho do problema que planilha nenhuma enxerga — e que reaparece no dia 20 como "atraso inexplicável", quando a única saída restante é hora extra no sábado ou o telefonema para o cliente.

Exemplo ilustrativo para mostrar o raciocínio do cálculo. Os números são inventados para a explicação — não são resultado medido em cliente.

O que o cálculo leva em conta

  • Todas as ordens sugeridas e planejadas do período
  • Roteiro de produção: quais operações, em qual máquina, por quanto tempo
  • Capacidade instalada de cada máquina e centro de trabalho
  • Paradas de manutenção, preventivas e não planejadas
  • Calendário industrial: turnos, finais de semana e feriados

O que você recebe

  • Carga por máquina e por centro de trabalho, dia a dia
  • Lista dos centros sobrecarregados, com quanto passou de 100%
  • O alerta que evita prometer um prazo que a fábrica não tem como cumprir

·· por dentro

Tudo o que esse cálculo faz.

Todo ERP diz que tem esse cálculo — a diferença nunca esteve no nome. Ela aparece nos casos difíceis: a mesma peça usada em cinco produtos ao mesmo tempo, o feriado no meio da semana planejada, a regra que só a sua fábrica tem. É isso que está aberto abaixo.

01

De onde vem a carga

  • Cada operação do roteiro de cada ordem sugerida e planejada, com o tempo que ela exige.
  • O tempo total de fabricação sai do caminho crítico da rede de precedências — operações que rodam em paralelo não somam no prazo, como na fábrica real.
  • A carga cai no dia e no recurso em que a operação realmente aconteceria, não distribuída por média.
02

Capacidade que existe de verdade

  • Capacidade instalada de cada máquina e de cada centro de trabalho, em hierarquia: o centro agrega, a máquina executa.
  • Calendário industrial com turnos, finais de semana e feriados — dia não útil não vira hora produtiva.
  • Paradas de manutenção, planejadas e não planejadas, descontadas por intervalo antes da comparação.
03

O que o relatório entrega

  • Carga por máquina e por centro de trabalho, dia a dia, dentro do plano de produção.
  • Percentual de ocupação de cada recurso e a lista dos centros acima de 100%.
  • A sobrecarga aparece antes de a semana começar, enquanto ainda cabe remanejar ordem, antecipar turno ou renegociar data.
04

Onde entra no fluxo

  • Roda entre o MRP e o sequenciamento: o MRP diz o que produzir, o CRP diz se cabe, o APS diz em que ordem.
  • O pipeline de planejamento dispara os três num único comando e devolve um parecer de viabilidade consolidado.
  • O parecer termina com um veredito: é viável ou não atender no prazo — com o que precisa ser comprado, onde há sobrecarga e a sequência sugerida.

Falta alguma coisa que a sua fábrica faz de um jeito próprio? Descreva no diagnóstico — o que a operação de um cliente precisa entra na fila de desenvolvimento.

·· não roda sozinho

De onde vêm os dados e para onde vai o resultado.

·· os outros motores

Quer ver esse cálculo rodando com os números da sua fábrica?

Agendar demo